quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Romero Britto

Romero Britto





Internacionalmente renomado artista pop Romero Britto usa cores vibrantes e padrões ousados ​​como uma linguagem visual de esperança e felicidade, refletindo sua fé otimista no mundo em torno dele. Nascido em Recife, Brasil, em 1963, Britto viveu um estilo de vida extremamente modesta, enquanto crescia entre oito irmãos e irmãs.   No entanto, sua criatividade inata permitiu Britto para preencher sua vida com imagens de um mundo maior e mais bonito fora de seu próprio país.   Autodidata em uma idade precoce, ele pintou o que viu e do que ele imaginava em superfícies, tais como jornais, papelão ou quaisquer migalhas que ele poderia encontrar. Com uma paixão desmedida para o Excel, ele prosperou academicamente.   Ainda assim, a natureza artística de Britto eventualmente o levou a buscar experiências fora da sala de aula.   Em 1983, Britto viajou para Paris, onde ele foi apresentado às obras de Matisse e Picasso.  Após a exibição em alguns galerias e shows particulares, Britto foi encorajado a viajar para os Estados Unidos, onde Pop Art estava florescendo. Britto mudou-se para Miami e montou um estúdio aberto ao público.   Com uma determinação inabalável ea crença em sua arte, Britto passou os próximos anos expondo e atraindo a atenção de muitos.   Em 1988, ele foi selecionado ao lado de Andy Warhol e Keith Haring para a campanha "Absolut Art" da Absolut Vodka.   Ele combinou influências do cubismo com pop para criar um estilo icônico que o The New York Times descreveu "emana calor, otimismo e amor."   Seu trabalho tem sido exibido em galerias e museus em mais de 100 países, incluindo o Salon de la Société nationale exposição des Beaux Arts no Carrousel du Louvre em 2008 e 2010.   Além disso, em dezembro de 2013, Maria Elena e Carlos Slim Domit convidou Britto para ser o primeiro artista vivo a expor no Museo Soumaya.   Ele tem criado instalações de arte pública para a O2 Dome (Berlin), John F. Kennedy Airport (Nova York), Cirque Du Soleil no Super Bowl XLI, e foi creditado com a maior escultura monumental em Hyde Park (Londres) história.   Ele serviu como um artista oficial para a Copa do Mundo de 2010 e foi recentemente nomeado embaixador para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.   pop sensibilidade de Britto, desde então, inclinou-se para muitas colaborações com marcas como Audi, Bentley, Coca-Cola, Disney, Evian, Hublot, Mattel , e TechnoMarine para citar alguns. Apelações de arte de Romero Britto a todos!

Romero Britto é um ativista artístico para organizações de caridade em todo o mundo e acima de tudo um artista que acredita que "a arte é muito importante não compartilhar."   Ele serve como um benfeitor, doando tempo, a arte e os recursos para mais de 250 organizações de caridade e de diversos conselhos tais como Best Buddies International, e Hospital Research. das crianças do St. Jude  Britto foi nomeado um benfeitor fundação inaugural do Programa de Negociação Internacional Harvard por Daniel Shapiro, um programa que busca solução pacífica para o conflito moderno.   Não é um defensor em silêncio, Britto foi selecionado vários vezes para ser um orador para as artes no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Um crente firme no papel de um artista como um agente de mudança positiva, Romero Britto está empenhada em desenvolver e apoiar as poderosas peças de arte papel nas questões mundiais.

Arte Moderna No Brasil

Arte Moderna No Brasil





Caracterizada por uma oposição entre o projeto formal inovador e a proposta de resgatar elementos da cultura tradicional, a primeira geração de modernistas desenvolve uma arte experimental, de acordo com o projeto fixado por Mário de Andrade na Semana de Arte Moderna de 22. A produção destes iniciadores da arte moderna no Brasil concilia uma linguagem importada das vanguardas modernistas europeias, com um conteúdo nativista que resgata as raízes culturais brasileiras.

Nos anos 20, estes modernistas conviveram de perto com a arte europeia. Paris, como centro de produção artística, definiu os novos rumos da arte brasileira, influenciando toda essa geração de artistas. Antes mesmo de 22, Victor Brecheret e Vicente do Rego Monteiro vão para a capital francesa para se aprofundarem na pintura moderna. Logo depois da Semana de Arte Moderna é a vez de Tarsila do Amaral ir a Paris. Outros artistas passam a seguir o mesmo rumo e unirem-se a eles, buscando concretizar o projeto modernista. É o que acontece com Di Cavalcanti e Anita Malfatti, em 23, e com Antônio Gomide, em 24. Ismael Nery, que estivera na Europa no começo dos anos 20, volta a capital francesa, em 27, buscando um estilo vanguardista. Junto com o pernambucano Cícero Dias, que revela seu talento precoce quando vai ao Rio de Janeiro, em 1927, estes artistas vão se consolidar como os grandes iniciadores da arte moderna brasileira.

Nesta época, os centros artísticos no Brasil, além de escassos, privilegiavam uma arte acadêmica com contornos tradicionais, o que incentivava os artistas modernos à buscar alternativas de aprendizado independentes. Por isso, as escolas parisienses representavam mais do que um intercâmbio cultural: eram necessárias para qualquer tentativa de atualização.

Estes artistas traziam para outros brasileiros as novidades de Paris, transmitindo novas linguagens vanguardistas. A absorção desta arte presente nos centros europeus une-se à elementos da nacionalidade brasileira, consolidando o projeto modernista. A partir de então, a arte moderna passa a trilhar novos rumos, distanciando-se, no entanto, daqueles estabelecidos na Semana de 22.


Abstrata

Arte Abstrata


http://tonigaleria.wordpress.com/pinturas-anteriores

De Alexandre Valério Ferreira

 Eu olhava para aquele quadro, mas não conseguia entender nada. Para mim, alguém simplesmente jogara diversos baldes de tinta na tela. Não era nada demais. Era uma "frescura" chamada de arte abstrata.

 Nesse momento de tédio na galeria do museu, apareceu um senhor. Sentou-se ao meu lado. Eu não dei muita atenção, apesar de ter me sentido um pouco desconfortável. Sou meio antissocial, sabe?

 Ele decidiu conversar comigo, para meu desprazer.
- Está gostando desse quadro em especial?
- Eu não sei...
- Como não? Faz tempo que noto que está aqui. Sou um dos curadores do museu, por isso notei.
- Posso ser sincero? - Repliquei.
- E por que não deveria? - respondeu ele.
- Não entendo isso. É apenas um monte de tons de cores jogados de forma aleatória, sem objetivo. Até uma criança faria um quadro desses.
- É... talvez... - respondeu ele.
- Então, afinal, por que essa tela está num museu e vale tanto?! - Perguntei com uma mistura de raiva e curiosidade.
- Bem... o nome desse estilo de arte é abstrata. Sabe o que é algo abstrato?
- Sei... é tipo como os sentimentos... eles são abstratos...
- Então... você já tentou desenhar um sentimento?
- Bem... não, eu acho.
- Quando você sente raiva, que cores e tons vem a sua mente?
- Vermelho, preto... sei lá... às vezes é uma mistura deles...
- E quando você pensa no amor, o que você ver? Não vale pensar em formas concretas, como o desenho do coração.
- Não sei, são várias sensações... uma mistura louca...
- Então, isso é algo abstrato. Ele não tem forma fixa. Ele é totalmente subjetivo. E na mente de cada pessoa ele é visto de uma forma única. O autor de uma obra abstrata apenas está expressando isso. Os sentimentos. Os momentos. Os desejos. As dores. São coisas que nem com mil palavras é possível definir exatamente. Isso é arte abstrata.

 Fiquei sem resposta. Ele pediu licença e saiu. Eu olhei para o quadro e já não via a mesma coisa. Eu sentia aquele quadro. Incrível! Não sei como explicar isso. Ah... agora eu sei... sentimento... abstrato...